Aqaba é um ponto de passagem. Desde há quatro mil anos.
De turistas, de mercadorias, de locais que podem seguir para múltiplos destinos: Israel, Egipto, Iraque e Arábia Saudita.
Também serviu as rotas que cruzam três continentes – Ásia, Europa e África.
De Aqaba avista-se o Egipto, em direcção ao Monte Sinai.
Em frente vê-se Eilat, território israelita.
Do lado contrário, atrás da enorme cordilheira que circunda a cidade, cruzam-se os destinos para o Iraque e para a Arábia Saudita. São poucos quilómetros de distancia.
Aqaba desempenha um papel estratégico para a Jordânia porque é o único acesso ao mar.
É por aqui que escoam os produtos essencialmente fosfatos.
Alguns quilómetros antes de se chegar à cidade viam-se muitos camiões que, depois, formaram fila na via que vai para o porto.
As rodovias aqui eram mais largas e estava em melhor estado.
Uma outra forma de acesso a Aqaba era através do aeroporto.
Havia várias ligações para Europa e um dos destinos com maior frequência era Espanha.
Aqaba era um destino turísticos mais procurados.
Um dos motivos era o mar vermelho (golfo de Aqaba).
A cidade sofreu uma grande alteração nos últimos anos.
Antes de fazer um passeio pela cidade visitámos uma oficina de artesanato. Trabalhavam pequenas pedras coloridas e construiam “mosaicos” com figuras a locais e religiosas.
Era um trabalho muito minucioso e demorado.
Ficámos no Coral Bay. Uma estrutura hoteleira agradável com edifícios em pedra e tijolo. Em vários tons amarelos.
As imagens que vejo hoje, revelam que foi aumentado. Tem um bloco de apartamentos que não me lembro de existirem em 2006.
O Coral Bay ficava um pouco distante do centro da cidade (18 km) mas nessa altura não fazia mal.
Aqaba não era muito interessante.
Era um pouco confusa e sem arruamentos. Nada do que se vê hoje.
Tinha muitas zonas de comércio tradicional, cafés e não havia qualquer problema em andar a pé.
A parte mais interessante era a praia.
A zona à beira mar era bonita com muitas palmeiras, espaços de recreio e restauração.
Mesmo em frente a Aqaba via-se a praia de Eilat. Foi lá que fomos ao final da tarde.
À noite ainda demos uma braçadas na piscina do hotel.
No dia seguinte a manhã foi dedicada à praia. O Coral Bay tinha um espaço amplo em frente. Piscinas e depois uma extensa praia privativa com muitas palmeiras. Estruturas de madeira e colmo ajudavam a proteger do sol.
A praia não era de areia. Era de pedra avermelhada, desconfortável. Além do mais, a água estava fria. Também não era de estranhar em Dezembro.
Através de um cais de madeira seguíamos para uma zona mais funda. A água era límpida. Deu para ver o fundo do mar.
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